quarta-feira, 7 de março de 2012

Como as “viúvas do Exalta” estão superando o fim da banda


Como as “viúvas do Exalta” estão superando o fim da banda

Saiba como as Exaltamaníacas encaram o triste fim do maior grupo de pagode do Brasil. “Estou arrasada”, diz fã

Gustavo Abreu, iG São Paulo 07/03/2012 08:00
Texto:
Foto: Facebook / ExaltasambaAmpliar
Exaltasamba dá uma pausa na carreira e deixa milhares de "viúvas" Brasil afora
Foram 25 anos de um casamento muito bem sucedido. Quando elas acordavam, eles estavam lá, prontos para dar bom dia durante o café da manhã. Antes de dormir, cantavam em seus ouvidos até o sono chegar. Nos momentos de lágrimas ou sorrisos, eles nunca as deixaram na mão. Mas chegou a hora de cada um seguir o seu caminho. Eles terminaram e são elas que estão sofrendo, inconformadas. “Chorei do começo ao fim. As lágrimas não paravam de cair”, explica a estudante carioca Priscila Melgaço, de 23 anos, se referindo à última apresentação da banda, no último dia 22 de fevereiro, no Rio de Janeiro.
Foto: Facebook / ExaltasambaAmpliar
O Exaltasamba vendeu mais de 10 milhões de discos em 25 anos
O recesso do Exaltasamba, o maior grupo de pagode do Brasil, põe um ponto final não apenas numa sólida carreira de 25 anos de sucesso, mas também na relação com milhares de fãs Brasil afora. E ninguém sabe o quanto elas estão sofrendo. ”Mudamos o status de relacionamento no Facebook de ‘namorando com o Exalta’ para ‘viúva do Exalta’”, conta a organizadora de eventos Thais Barreto, de 19 anos.
As “Exaltamaníacas”, como elas se intitulam, estão passando por um momento transformador. Aos poucos, vão aprendendo a aceitar o fim do grupo e seguir em frente, de cabeça erguida. “É uma coisa muito estranha. Muita alegria e tristeza ao mesmo tempo. Passa um filme na minha cabeça, parece que faz tanto tempo. Estou arrasada”, lamenta Priscila, integrante do fã clube carioca Paixão Nacional.
APENAS UMA PAUSA?
A presidente do paulista Exalta Charme, Irene Rangel, de 34 anos, reforça: “Infelizmente temos que aceitar essa situação. Eles dizem que é apenas uma pausa e espero que seja isso mesmo”, disse a profissional de Recursos Humanos.
No último mês, como muitas Exaltamaníacas, Thais saiu de São Paulo e foi até o Rio de Janeiro “sem pensar duas vezes” para assistir ao último show do grupo, no Rio Centro. “A emoção rolou solta do começo ao fim”, lembra ela, que também faz parte do Exalta Charme

Nenhum comentário:

Postar um comentário