Prejuízo com carro queimado da Pérola Negra é de R$ 80 mil
Gaviões da Fiel declarou que caso seja confirmada a participação de integrantes da escola alvinegra, seus dirigente irão arcar com o prejuízo

Edilson Casal presta depoimento em delegacia
A confusão ocorrida durante a apuração das notas dos desfiles do carnaval paulista de 2012 gerou um enorme déficit para a escola Pérola Negra. Durante o quebra-quebra, um dos carros alegóricos foi queimado e, para reconstruí-lo, será preciso trocar as rodas, os ferros, os pneus e o chassi: um prejuízo de R$ 80 mil.
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Edilson não pensa em deixar a história passar em branco e diz que cobrará da escola, caso seja culpada. “Se ficar comprovado que foram eles (Gaviões), nós vamos cobrar, sim”, disse o presidente, que aguarda a confirmação do inquérito para pedir o ressarcimento.
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A informação foi dada pelo advogado da agremiação, Isidro Santos Falcão Branco, que nesta sexta-feira (24) esteve com o presidente da escola, Edilson Casal, na Delegacia Especializada de Atendimento ao Turista (Deatur), em São Paulo, para prestar depoimento sobre dois inquéritos abertos após a confusão no Sambódromo: o primeiro, sobre a invasão; e o segundo, sobre a queima do carro alegórico da Pérola Negra. Acredita-se que os responsáveis pelo vandalismo sejam integrantes da Gaviões da Fiel, escola que já entrou em contato com a Pérola para mostrar disposição de cobertura dos gastos, caso seja provado que a destruição tenha sido causada mesmo por integrantes da agremiação. "Um dos dirigentes já informou que, sendo integrante da Gaviões, vai ressarcir", informou o advogado.
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Depoimento
Após um depoimento que durou quase duas horas, Edilson conversou rapidamente com a imprensa e explicou que não invadiu a área de apuração, como alguns dirigentes estão sendo acusados. "Eu tenho acesso à área. Só queria falar com o presidente da Liga", explicou ele, sobre sua entrada no local. "Queria falar com o presidente da Liga sobre as notas da presidencia e nada mais. Tinha informações de que ele estava lá dentro", defendeu.
O advogado da agremiação ainda ressaltou que não houve invasão por parte de seu cliente, pois ele tinha acesso livre à área. Fora isso, afirmou que, durante o tumulto, ele aparece nas imagens da TV sendo esmagado na grade.
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